“Não somos reféns de nossa genética.”
Para quem ainda acredita que tem “genética ruim” e, por isso, não consegue emagrecer, deixar de ser “falso magro”, curar doenças ou pensa estar condenado aos mesmos problemas dos familiares, este livro é leitura obrigatória. Ele mostra, de forma acessível, que a ciência já indica que a genética responde por cerca de 20% dos resultados, enquanto 80% dependem das escolhas diárias — os hábitos — campo de atuação da epigenética.
Aqui você encontra um passo a passo para transformar autoimagem e autoestima, deixando de se ver como “vítima” da genética e dos próprios hábitos difíceis de abandonar. Também aprenderá a construir disciplina para praticar, de modo consistente, os pilares que já sabe serem fundamentais para ter saúde e boa forma, mas que até hoje não conseguiu manter.
Este é o guia essencial para quem deseja elevar a autoestima, melhorar a saúde e conquistar boa forma sem procedimentos, sem gastar mais dinheiro e sem sofrimento desnecessário.
1. Descobrirá seu biotipo e por que essa consciência potencializa seus pontos fortes e sua beleza
2. Perceberá que é muito mais bonito(a) do que sempre imaginou, com autopercepção mais justa
3. Notará que manter ou recuperar saúde e boa forma é mais simples do que acreditava
4. Entenderá que emagrecer não é “fechar a boca”, e sim comer os alimentos certos que saciam.
5. Verá que não precisa de academia nem horas de exercício para queimar calorias com eficiência
6. Romperá crenças limitantes de terceiros e mudará hábitos com leveza, sem passar fome
Aos 25 anos, Helena Ogro começou a ter dores de cabeça diárias (diagnosticadas como enxaqueca “sem cura”), rinite alérgica, herpes labial, gastrite nervosa, alergias de pele, azia, dores no estômago, irritabilidade constante, depressão e ansiedade, entre outros sintomas. Tomava remédios e antialérgicos, que apenas amenizavam momentaneamente, mas os sintomas voltavam mais intensos.
Certo dia, comentando os problemas no banheiro da academia, uma colega indicou uma nutricionista ortomolecular. Na consulta, Helena descobriu diversas intolerâncias alimentares e iniciou um processo de limpeza e mudança de hábitos. Houve recaídas e falta de disciplina no início, até que, por meio de autoconhecimento e estudos — principalmente livros, cursos de desenvolvimento pessoal e saúde integrativa —, aprendeu a remodelar a mentalidade (autoimagem e autoestima) para sustentar o estilo de vida necessário à saúde e à boa forma em qualquer idade.
Hoje (2025), aos 49 anos, está melhor de saúde, pele e condicionamento do que aos 25, quando tinha cerca de 30% de gordura corporal e visceral (o chamado “falso magro”).
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