Você sente muito, mas nem sempre sabe nomear o que sente
Raiva, medo, tristeza, ansiedade, frustração... às vezes tudo parece apenas um grande “estou mal”.
Há emoções que aprendemos a esconder, pensamentos que confundimos com verdades e padrões que repetimos sem perceber.
Em O dia em que parei de fugir, Thaís Bruni convida você a compreender o que acontece por dentro — e a construir uma relação mais consciente com suas emoções, seus padrões e consigo mesmo.
Há emoções que aprendemos a esconder, pensamentos que confundimos com verdades e padrões que repetimos sem perceber.
Em O dia em que parei de fugir, Thaís Bruni convida você a compreender o que acontece por dentro — e a construir uma relação mais consciente com suas emoções, seus padrões e consigo mesmo.
Você segue a rotina, trabalha, cuida das pessoas, resolve problemas e tenta continuar. Mas algumas emoções permanecem ali — mesmo quando você prefere não olhar para elas.
Às vezes, fugir do que sentimos não parece fuga. Parece controle, força, maturidade ou simplesmente “seguir em frente”.
Até percebermos que aquilo que não compreendemos continua influenciando nossos pensamentos, nossas escolhas, nossos relacionamentos e a maneira como nos enxergamos.
A própria obra trabalha justamente essa passagem de sentir de forma automática para aprender a identificar, compreender e lidar melhor com as emoções.
Raiva, medo, tristeza, ansiedade, frustração... às vezes tudo parece apenas um grande “estou mal”.
Entender intelectualmente uma situação nem sempre significa ter atravessado emocionalmente aquilo que aconteceu.
Tensão, aperto no peito, nó na garganta e outras sensações podem surgir antes mesmo de você compreender o que está acontecendo por dentro.
Nas escolhas, nas relações e até na maneira como você reage, algumas histórias mudam de cenário — mas continuam parecidas.
“Eu sinto que vou fracassar” parece uma emoção, mas pode esconder medo, vergonha ou insegurança. Diferenciar pensamento de sentimento muda a forma de lidar com ambos.
Autorregulação não é deixar de sentir. É aprender a criar espaço entre aquilo que você sente e aquilo que faz com o que sente.
Passamos boa parte da vida aprendendo a resolver problemas, cumprir expectativas e seguir em frente. Mas quase ninguém nos ensina a reconhecer o que acontece dentro de nós quando o medo aparece, a raiva transborda, a ansiedade aperta ou antigos padrões voltam a se repetir.
Em O dia em que parei de fugir, Thaís Bruni transforma sua própria jornada em um convite para olhar as emoções de outra maneira: não como inimigas a serem controladas, mas como informações que podem ser compreendidas.
Ao unir reflexões, conceitos da psicologia, inteligência emocional e exercícios práticos, o livro conduz o leitor por um caminho de maior consciência sobre seus pensamentos, seu corpo, suas relações e a forma como reage ao que vive.
Não é um livro sobre sentir menos. É sobre aprender a compreender melhor aquilo que você sente.
✓ Identificar e nomear emoções com mais clareza.
✓ Diferenciar aquilo que você sente daquilo que sua mente interpreta.
✓ Reconhecer padrões e crenças que influenciam suas reações.
✓ Entender como o corpo participa da experiência emocional.
✓ Desenvolver recursos de autorregulação sem simplesmente reprimir o que sente.
✓ Construir relações mais conscientes, honestas e profundas.
✓ Viver com mais presença e perceber melhor aquilo que já existe ao seu redor.
O dia em que parei de fugir não propõe uma vida sem emoções difíceis. Propõe algo mais possível e mais humano: aprender a atravessá-las sem precisar fugir de si mesmo.
Sair do genérico “estou mal” e começar a identificar com mais clareza emoções como medo, raiva, tristeza, vergonha, frustração e ansiedade.
Perceber quando aquilo que parece um sentimento é, na verdade, uma interpretação construída pela mente e compreender o que existe por trás dela.
Observar crenças, experiências e respostas automáticas que continuam interferindo na forma como você interpreta situações, se relaciona e faz escolhas.
Entender como tensão, aperto, desconforto e outras sensações físicas podem ajudar você a perceber emoções antes mesmo de conseguir colocá-las em palavras.
Conhecer recursos de autorregulação para criar espaço entre sentir e agir, sem transformar equilíbrio emocional em repressão daquilo que você sente.
Levar essa consciência para os relacionamentos, os limites, a vulnerabilidade e para a maneira como você experimenta a própria vida no cotidiano.
O objetivo não é ensinar você a sentir menos. É ajudá-lo a compreender melhor o que sente para que suas emoções deixem de parecer algo contra o qual você precisa lutar.
Você percebe que algo está diferente por dentro, mas nem sempre encontra palavras para nomear ou compreender o que sente.
Nas relações, nas escolhas ou nas próprias reações, certas histórias parecem mudar de cenário, mas acabam levando aos mesmos lugares.
Você aprendeu a seguir em frente, racionalizar ou parecer forte, mesmo quando alguma coisa continua pedindo atenção por dentro.
Às vezes uma crítica, uma ausência, um conflito ou uma frustração desperta algo muito maior do que aquela situação parece explicar.
Compreender o que sente também transforma a forma como você coloca limites, se comunica, se permite ser vulnerável e se relaciona com os outros.
Para quem deseja desacelerar o automático, perceber melhor a própria vida e construir uma relação mais verdadeira consigo mesmo.
Você não precisa chegar ao limite para começar a olhar para dentro. Às vezes, basta perceber que continuar fugindo já não faz mais sentido.
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Criado especialmente para O dia em que parei de fugir.
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Aos dezoito anos, Thaís viveu uma experiência que mudaria profundamente sua relação com a própria existência. Sobreviveu e, por muito tempo, precisou descobrir o que fazer com tudo aquilo que sentia.
Foi desse processo que nasceu o interesse pelas emoções, pelos pensamentos e pelos comportamentos. Mais tarde, esse caminho também se tornou profissão: Thaís é psicóloga e especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).
O dia em que parei de fugir nasce do encontro entre sua história pessoal, sua formação e sua prática clínica. Um livro escrito não para ensinar alguém a sentir menos, mas para ajudar a compreender melhor aquilo que acontece por dentro.
Thaís escreve para quem já se sentiu perdido dentro de si, para quem repete padrões sem entender por quê e para quem passou tanto tempo tentando se consertar que talvez tenha esquecido de se conhecer.
“Você não precisa se consertar. Você precisa se conhecer.”
Thaís Bruni é psicóloga comportamental, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), e acredita que sentir pode ser um dos atos mais corajosos de todos.
O livro é para quem deseja compreender melhor as próprias emoções, reconhecer padrões que se repetem e desenvolver uma relação mais consciente consigo mesmo. É especialmente indicado para quem já se perguntou por que sente, pensa ou reage de determinadas maneiras e gostaria de olhar para isso com mais clareza.
Não. Thaís Bruni apresenta conceitos da psicologia e da Terapia Cognitivo-Comportamental de maneira acessível, conectando teoria, situações do cotidiano, reflexões e práticas que ajudam o leitor a compreender o que acontece dentro de si.
Os dois. A obra explica conceitos importantes sobre emoções, pensamentos, padrões, corpo, autorregulação e relacionamentos, mas sempre buscando aproximá-los da vida real. Ao longo das páginas, o leitor também encontra perguntas, reflexões e práticas para aplicar o conteúdo no cotidiano.
Não. Você não precisa estar em crise para se beneficiar da leitura. O livro também é para quem deseja se conhecer melhor, compreender suas reações, melhorar seus relacionamentos e viver com mais presença e consciência emocional.
Não. O dia em que parei de fugir é uma obra de reflexão, conhecimento e desenvolvimento pessoal. Ele pode ajudar o leitor a compreender melhor suas experiências, mas não substitui avaliação, diagnóstico, psicoterapia ou qualquer acompanhamento realizado por um profissional habilitado.
Sim. A pré-venda é do livro físico O dia em que parei de fugir, publicado pela GRBI Editorial.
Além do livro físico, os pedidos realizados durante a pré-venda incluem carta da autora, marcador de página exclusivo e frete grátis para todo o Brasil.
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